Ifood quer ser a primeira empresa delivery da América Latina a usar drones para entregar comida

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Com o avanço das tecnologias, a empresa implantou um novo sistema de otimização nas entrega de comida, por meio de drones.                                                

O Ifood desenvolveu um projeto inovador que utiliza drones para realizar as entregas aos clientes. Será a primeira empresa food delivery na América Latina a fazer os testes utilizando drones para fazer entrega de comidas e bebidas. 

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 Ifood
Foto: (reprodução/internet)

Juntamente a empresa SpeedBird Aero (SMX), que desenvolve e opera drones, o Ifood irá desenvolver este projeto, que está previsto para começar a operar a partir de outubro, em São Paulo. 

Como funciona? 

O projeto terá duas etapas de operação. O drone irá recolher os pedidos a princípio no Shopping Iguatemi, localizado em Campinas, e os levará até o Ifood Hub, uma espécie de centro de expedição.

Logo em seguida, os pedidos serão encaminhados por meio de motos, bicicletas, etc., até o consumidor

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A segunda etapa constituirá uma rota feita pelo Ifood Hub e um condomínio residencial, onde os clientes poderão retirar os pedidos, na área própria onde os drones decolam e aterrissam. 

A nova ideia surgiu após especialistas estudarem a capacidade do drone, que pode transportar até 2kg e voar, em média, 40km/h. A altura máxima que um drone pode alcançar é de 60m. Além disso, contém uma caixa térmica, que mantém a temperatura dos alimentos. 

O Ifood pretende cancelar as entregas nas janelas dos consumidores, visando também diminuir o tempo de retirada dos pedidos. No método tradicional, leva até 12 minutos. Com a utilização do drone, esse tempo diminui para 30 segundos ou 1 minuto, o que é mais vantajoso para o cliente. 

A expansão para outras regiões

A empresa Ifood utiliza muito da inovação e tecnologia. Como pioneira da iniciativa Food Delivery, é vista como uma empresa que sempre está à frente, buscando inovações e melhorias no investimento. 

O projeto também possui o intuito de expandir a marca, que ainda é bastante limitada às regiões.  

A entidade pretende começar a realizar os testes com empresas e prédios residenciais. Porém, ainda busca a aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e, também, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e, sem autorização, o projeto é impedido de seguir adiante.

Também não se pode prever o tempo que levará para a aprovação dos alvarás. As legislações com drones costumam ser mais burocráticas, pois envolvem diversos testes para que o investimento tenha sucesso e seja seguro. A parte de aplicação de tecnologia costuma ser mais rápida, até.  

A Movile, principal investidora da instituição Ifood, apostou neste projeto de investimento cerca de R$ 500 milhões. Se o projeto der certo, a empresa pretende contratar até mil pessoas em um ano.

A rede Ifood já opera com diversas marcas. Recentemente, começou a operar na área de pagamentos junto a Zoob. 

Este ano, também foi lançado o Ifood Shop, onde os fornecedores podem acessar itens, como embalagens, para otimizar a oferta de comida, visando que o Ifood possui parcerias com grandes redes de fast food, restaurantes e até redes atacadistas.

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