Tindin: Startup de educação financeira infantil recebe aporte de R$ 176 mil

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O Tindin recebeu uma contribuição financeira por Caíto Maia, da Chilli Beans, como forma de apoio

 O Tindin é uma edfintech, uma startup que mistura, como pilares, a educação, as finanças e a tecnologia. A empresa, que, através de uma mesada eletrônica educativa, conseguiu juntar ações financeiras com a educação, chamou a atenção do Caíto Maia, um dos fundadores da Chilli Beans.

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Tindin
Foto: (reprodução/internet)

 

 Mais sobre o gigantesco aporte

A Chilli Beans, para quem não sabe, é a maior empresa da América Latina quando o assunto é óculos e acessórios. A empresa tem mais 800 pontos de venda dentro do Brasil, mas atua também em várias outras partes do mundo.

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O investimento de R$ 176 mil foi feito por Caíto Maia a partir de uma apresentação no reality show Shark Tank Brasil, que misturou determinação e firmeza. Outro ponto crucial para o “tubarão” ter se envolvido com a contribuição é que o público-alvo da startup Tindin — ou seja, as crianças e os adolescentes — é muito querido pelo pessoal da Chilli Beans.

Esse investimento, além de monetário, vai criar uma forma de essas crianças e adolescentes adquirirem os produtos da Chilli Beans a partir de um gateway de pagamento do Tindin. O dinheiro usado para a compra desses produtos é proveniente da mesada que os pais desses jovens lhes dá através da resolução de tarefas.

Segundo Eduardo Schroeder, o CEO do Tindin: “Temos um marketplace no próprio aplicativo em que as crianças podem comprar produtos com a mesada acumulada. Os pais também podem inserir ‘produtos’ ou experiências, como eletrônico e viagens. E, em breve, os acessórios da Chilli Beans também estarão disponíveis.”

 O que é o Tindin

O Tindin é muito mais do que uma startup. Sua plataforma é de uso fácil, mas a criação dela como é hoje é mais complexa, principalmente porque não havia realmente modelos nos quais se basear. O Tindin é o primeiro ecossistema financeiro que ajuda as crianças e adolescentes a aplicar as questões financeiras na teoria e na prática.

A startup busca incentivar crianças e adolescentes a criar e desenvolver noções de planejamento, poupança, negociação, consumo consciente, investimento e empreendedorismo. Quanto mais cedo esses jovens aprendem essas noções, mais rápido elas desenvolvem esses conhecimentos no futuro.

Para usar o Tindin, basta baixar o aplicativo para IOS e Android, e então os pais da criança definirem um valor para a mesada para a transferência por cartão de crédito. Através de tarefas que os próprios pais programam, as crianças podem conquistar recompensas — que também são estabelecidas por eles — e aprender a usá-la de maneira consciente.

É como uma carteira digital, mas vai muito além disso. As crianças e adolescentes que usam o aplicativo aprendem sobre o valor do dinheiro, que é muito mais do que o que se pode comprar. Aprendem noções de negociação, aprendem a poupar e adquirir respeito ao dinheiro — tudo isso na teoria e na prática.

Através do aplicativo Tindin, uma grande quantia é movimentada todos os anos por crianças e adolescentes de até 17 anos. O mercado B2B, que é formado por Escolas Fundamentais, EAD e treinamentos corporativos, movimenta quase R$ 100 bi anuais. O Tindin vai focar, neste segundo semestre, em projetos para as Escolas Fundamentais, que colocarão educação financeira na grade curricular a partir de 2020.

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