Nathalia Arcury dá dicas financeiras no programa “Conversa Com Bial”

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Jornalista dá dicas financeiras e conta como foi de R$ 40 mil para R$ 5 milhões

O programa “Conversa com Bial” que foi ao ar nesta quarta-feira, dia 14 de Agosto, abordou o tema de finanças e contou com a presença da jornalista e educadora financeira Nathalia Arcury.

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O programa teve por objetivo falar sobre educação financeira, e ensinar os telespectadores a lidar melhor com suas finanças.

Nathalia Arcury
Foto: (reprodução/internet)

A jornalista e educadora financeira Nathalia Arcury contou como chegou aos 5 milhões de reais sem precisar se privar de nada.

Antes de dar as dicas, o tema abordado no programa foi a relação das pessoas com dinheiro. Muitas pessoas não gostam nem de tocar no assunto de finanças. Nathalia chama isto de “dinheirofobia”, ela ainda definiu os sintomas e estágios desse problema: “Se você já teve medo ou vergonha de pedir desconto, sintoma leve. Se você tem medo de falar de dinheiro com o seu marido, com a sua esposa, sintoma moderado. Agora se você acha que alguém enriqueceu porque fez alguma coisa errada, sintoma grave de dinheirofobia.”

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Para Nathalia o fato das pessoas evitarem falar sobre dinheiro é uma das principais causas dos problemas com finanças. Ela conta que desde cedo teve relação com dinheiro, ela começou a poupar desde cedo, pois queria poder comprar seu primeiro carro aos 18 anos.

Nathalia contou que ficou sabendo o que era poupança depois de conhecer uma amiga rica e a partir de então estabeleceu a meta de juntar dinheiro na poupança para comprar seu carro aos 18 anos. Ela passou a juntar o dinheiro do lanche, além disso poupava ao máximo, economizando com gastos “triviais” 

Quando completou 18 anos ela tinha o dinheiro suficiente para comprar seu carro apenas fazendo o esforço mínimo de não gastar dinheiro inconsequentemente.

Confira a seguir as dicas de Nathalia para ter uma melhor relação com seu dinheiro.

Dicas da Nathalia Arcury

Acredite no seu potencial: “Primeiro, é acreditar que você pode, parece piegas, mas, se a pessoa nem acha que ela é capaz, torra o dinheiro e nem se dá ao luxo de começar a juntar os primeiros R$ 100. E R$ 1 milhão com meta, ou seja, quando vou chegar em R$ 1 milhão?”

Estabeleça uma meta: “Eu tinha R$ 40 mil até cinco anos atrás, já era uma boa grana, mas eu coloquei como meta ter R$ 5 milhões até os meus 45 anos para poder parar de trabalhar. Cheguei nesse valor no ano passado. Hoje, eu trabalho para fazer minha empresa crescer.”

Quebre tabus: “Ninguém enriqueceu porque empreendeu, batalhou, suou muito, abriu mão de muitas coisas ou porque focou muito em algumas coisas. A gente só vê aquele que enriqueceu porque fez algo errado.” Para ela, quem pensa desta forma tem um problema sério com “dinheirofobia” e precisa mudar a relação com o dinheiro, quebrando tabus.

Se adapte à nova realidade, mas não se prive das coisas: “Eu aprendi a fazer minhas próprias roupas, comprar em brechó, pegar de amigas que iam doar coisas, ter uma vida mais simples, na balada só bebia água ou ia alimentada. Nunca deixava de fazer nada.”

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