Como escolher um banco ou corretora para investir no Tesouro Direto?

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O investimento no Tesouro Direto vem ganhando muita popularidade entre brasileiros ao longo dos últimos anos, mas é necessário avaliar a reputação e taxas de administração de corretoras ou bancos.

De acordo com especialistas, o Tesouro Direto foi eleito o investimento mais seguro do Brasil. Porém, ele exige uma instituição financeira legalmente habilitada para mediar a compra dos títulos desejados, podendo influenciar diretamente no seu investimento e em sua rentabilidade. 

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tesouro direto
Foto: (reprodução/internet)

 Como escolher uma corretora ou banco para investir no Tesouro Direto? 

Uma boa forma de começar a escolha é olhar a taxa de administração que a instituição cobra dos investidores, que é vantajosa se as taxas forem zero. No site do Tesouro Direto, há uma lista de instituições financeiras habilitadas e suas respectivas taxas de cobrança, sendo a maioria delas iguais a zero. 

Como o site é do Tesouro Nacional, as entidades constituintes são seguras, garantindo que seu investimento será colocado em uma instituição séria, prevenindo de fraudes ou golpes. 

Também é necessário estar atento aos prazos para o repasse dos recursos que sua instituição escolhida adota, isto é, quanto tempo o dinheiro leva para cair na conta do investidor em caso de venda do título. 

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As corretoras com taxa zero são confiáveis? 

Sim, a isenção das taxas são estratégias de marketing para chamar atenção dos investidores, já que as taxas não possuem tanta relevância, pois as empresas são controladas pela Bolsa de Valores Oficial do Brasil (Bovespa). A taxa de administração é bastante relevante, pois se for alta pode consumir boa parte da rentabilidade do investimento. 

Observações além das taxas 

É muito difícil prever o risco de fraude de corretoras. O ideal seria apostar nas que possuem mais tempo no mercado tradicional, pois estas têm menos chances, mas ainda assim não é 100% garantido. 

Outro ponto que o investidor deve se atentar é a comodidade, ou seja, se a instituição escolhida está presente para sanar dúvidas, orientar qual o produto ideal para o perfil de cada cliente, entre outros. 

Qual a função das corretoras e bancos? 

Geralmente, são chamados de agentes de custódia. Eles são responsáveis por intermediar operações de compra e venda de Títulos Públicos, por meio do Tesouro Direto. Eles realizam o cadastro dos investidores juntamente com a Bovespa e mediam a transferência dos títulos e recursos financeiros obtidos. 

Por este motivo, são seguros. Os Títulos Públicos são propriedades do governo e não da instituição mediadora. 

A negociação é feita por quatro agentes: O Tesouro Nacional, que é responsável pelos títulos públicos; a Bovespa, que guarda os títulos e envia extratos aos investidores, já que trata de bolsa de valores; a corretora ou banco, que são responsáveis por transferir os valores e os títulos, recolher imposto de renda e realizar o cadastro do investidor e, por fim, o próprio investidor. 

É possível fazer a compra dos títulos diretamente na plataforma de negociação instituição escolhida, pois alguns bancos e corretoras são vinculados por meio de seus sites, em tempo real.

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